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sábado, 5 de dezembro de 2009

Sem saco para bolar um título... O texto é o texto e ponto.

Cara, ainda estou tentando acostumar a escrever no tecladinho minúsculo do notebook. Nesse momento estou milagrosamente deitado no sofá da sala do meu novo lar, em Bento Gonçalves. No entanto, ainda estou em fase de adaptação, portanto, não vou postar nenhuma foto nova. Na real, estou tão cansado, que não tenho nem condições de falar sobre meu novo emprego (desafio), a não ser que estou gostando bastante. Em poucos dias já aprendi muito e pretendo aprender mais. Aliás, aproveito esse humilde espaço para divulgar o portal do grupo RSCOM (http://www.leouve.com.br/). Estamos fazendo vários reajustes no portal e também nas próprias rádios do grupo, mas aí já é outro papo, e não vou conseguir falar de nada disso agora.
Mudando do saco pra mala, como diria minha bisavó, ganhei mais um prêmio. Não que eu ganhe muitos prêmios, mas vezemquando inscrevo alguma coisa e acabo ganhando, como foi o caso. Esse é um prêmio interessante ($). Trata-se do concurso de redação do Jornal das Missões de Santo Ângelo, realizado em parceria com a Academia Santo-angelense de Letras. Tinha que escrever um texto, se não me engano, de até 40 linhas, sobre a Coluna Prestes, dizendo se o movimento foi herói ou vilão. Devido ao bom prêmio oferecido aos primeiros colocados, houve um número interessante de inscritos (900, se não me engano), nas categorias livre e estudante. Acabei ficando em primeiro na categoria livre. Agora estou com um empecilho para receber o prêmio, pois não terei como ir a Santo Ângelo em dia de semana, portanto, precisarei de um representante confiável para realizar essa missão.
Bom, além de tudo isso, sobre as histórias de São Paulo, por enquanto vou me ater ao blog do meu amigo Maurício Dias, que me hospedou na casa de seus sogros (dos dele, não dos seus, malucos leitorinhos) no bairro Jaraguá. Ele contou algumas das nossas histórias no blog: http://turbilhaoideias.blogspot.com/
Vale a pena ler. Outra história maluca aconteceu em um jantar. Depois de um dia inteiro na USP e de três horsa de viagem até chegarmos em casa, estávamos jantando, bem tranquilos, e, conversando com o seu Élio, sogro do Maurício, quando tive mais ou menos o seguinte diálogo com ele:
- Meus pais trabalharam em vários lugares. - disse eu – Aliás, o nome do meu pai não tem como esquecer: Nabuco.
- Nabuco???
- Sim. Nabucodonosor Ritter.
- Que se casou com a Nara?
- Isso. Nara é a minha mãe...
Ele coloca as duas mãos na cabeça e conta para a mulher: meus pais haviam trabalhado com ele na Novo Hamburgo Seguros em Ijuí em 73, e ele tinha o cartão de casamento assinado pelo meus pais! Que loucura. Fui me hospedar em uma cidade de mais de quase 20 milhões de habitantes e vou parar na casa de pessoas que trabalharam com meus pais antes de eu nascer! Que mundo pequeno! Mas que coisa boa também, pois a hospedagem foi de primeira linha, não tenho nem palavras para dizer o quanto fui bem tratado lá. Só tenho que agradecer e mandar um super abraço para todos, principalmente para o seu Élio, que me levou até o último ponto do metrô (depois de pegarmos ônibus e trem) para ir para o aeroporto de Congonhas. Bom, e o congresso? O congresso também foi super bom. Queria escrever mais, mas minha mente está começando a falhar e o sono ta pegando. É estranho escrever deitado, espero não ter cometido muitos erros de português e de digitação, pois não estou com saco para revisar. Tenho trabalhado integralmente aqui em Bento e praticamente não sobrou tempo para escrever aqui para o blog, e a próxima semana também promete. Enfim, espero um dia ter tempo e dinheiro para escrever mais, pois geralmente quando temos tempo não temos dinheiro, e quando temos dinheiro não temos tempo... o que é melhor? Sinceramente, ainda não sei. Mas acho que o melhor mesmo é ter os dois: tempo e dinheiro. Se algum dia vou ter isso? Talvez aos 90 anos, ou, na pior das hipóteses, depois de morto...

5 Comentários:

  • é, rapaz...

    tempo e dinheiro estão difíceis de conciliar. só tem os dois quem não trabalha.

    e esses casos de mundo minúsculo são fantásticos! agora descobri que um professor da unesp (que convidei pro grupo de narrativas) é amigão do marido da Monica!

    boa sorte aí em Bento!

    Por Blogger mateus.passos, às 6 de dezembro de 2009 06:44  

  • Pois é, o mundo dá muitas voltas mesmo, e reencontramos pessoas que conviveram conosco há muito tempo!
    E, como sempre digo, estás plantando agora para colher futuramente os frutos do teu esforço. E hás de conseguir, pois és muito esforçado!
    Também te digo: boa sorte aí em Bento! bjs da mamuxca

    Por Blogger Nara Miriam, às 6 de dezembro de 2009 14:38  

  • Boa Sorte no trampo Edu! Ah! Se quiser posso ir lá receber o prêmio. Hehehe!

    Por Blogger Ana, às 7 de dezembro de 2009 02:49  

  • Este comentário foi removido pelo autor.

    Por Blogger Ana, às 7 de dezembro de 2009 02:49  

  • E aí, Eduardo, recuperado de Sampa?
    Foi muito legal, mas também cansativo.
    Pois é fiquei impressionado com a história. O mais impressionante foi que a minha sogra, a Marlene, em menos de cinco minutos achou o cartão de casamento dela com o Élio no qual continha as assinaturas dos teus pais. Cara, isso foi muito interessante. O mundo está sempre dando voltas.
    Valeu pelo companheirismo nestes dias de SBPJor.
    Grande abraço

    Por Blogger Maurício Dias, às 8 de dezembro de 2009 05:07  

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