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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Dias dourados

Desde que voltei para Santo Ângelo, ontem de madrugada, já enumerei um sem-números de tópicos para escrever aqui no blog, afinal, fiquei 10 dias entre Caxias e Porto Alegre e muita coisa aconteceu nesse período, bem como minha forma de pensar e ver o mundo também se alterou mais do que o esperado. Teoricamente era uma viagem nada de mais, porém, uma coisa puxa outra coisa, que altera um ponto aqui, outro acolá, e assim, entre uma palestra, uma latinha de cerveja e muitas risadas, as coisas vão mudando enquanto você observa e filosofa sobre o mundo...
Em meio a essa confusão toda, uma das coisas que mais me marcou foi ver tanta gente reunida, entre conhecidos novos e velhos, em lugares onde eu nunca imaginei que os reuniria. Em Caxias, por exemplo, consegui unir o pessoal que faz pós-graduação (mestrado e doutorado), que foram meus colegas na graduação, com pessoal de outros cantos do Brasil, com o lendário Petrolli (que participou de todos os congressos da Intercom até hoje), com outros professores, e, tudo isso, com a presença do meu amigo de infância Alemão, não menos lendário que o Petrolli, e o seu filho Pedro, que eu o apelidei de Alemãozinho Júnior (foto). O Pedroca, como também é conhecido, tem dois anos e me divertiu demais nessa viagem. Se eu pudesse teria enfiado ele na mala e trazido para Santo Ângelo para me divertir nesses dias de chuva sem graça... Já em Porto Alegre, unir o Mr. Gomelli com o meu amigo nativo Cristiano e meus tios Leila e César. Caramba! Que salada de fruta humanística. Acho que só vou conseguir unir tanta gente diferente novamente no meu velório...
Além disso, ainda conheci um pessoal nota 1000 da Paraíba, a figura do Sam (pô, Sam, desculpe o esquecimento aquele dia, mas foi por um bom motivo...), o Guto, que veio lá de Manaus para o Intercom, a figuraça do Sadan, que me fez trocar de time lá na Bahia (antes eu era Vitória, agora virei para o Bahia), enfim, é tanta gente que tenho medo de citar um, esquecer de outro, e aí rola aquele ciuminho que sempre atormenta a vida dos jornalistas mal-interpretados...
Um momento inesquecível desse Intercom? Houve tantos... A apresentação de meu trabalho foi boa, ainda mais pelos comentários ilustres da professora Marialva Barbosa e pela coordenação da mesa de meu orientador Antonio Hohlfeldt, além, claro, da troca de informações e de idéias sobre o tema do meu GT (História do Jornalismo). As risadas na casa do Alemão também foram demais. O celular recebendo torpedos sem parar, tentando marcar hora e lugar para encontrar o povo todo, também não há como esquecer. Mas acho que o mais inesquecível mesmo foi ter conhecido o pessoal da Paraíba, que me apresentou uma visão de mundo completamente nova, com um sotaque cativante, e uma curiosidade hipnotizadora no olhar... Enfim, melhor não me empolgar mais, senão vou acabar escrevendo um livro...
Depois, na ida para Porto Alegre, teve o jogo do Grêmio, que já escrevi aqui sobre ele, o seminário do professor dinamarquês Thomas Tufte na PUC e na Fabico, o “Encontros com o professor”, com Ruy Carlos Osterman e Eduardo Bueno (vulgo Peninha), os passeios com o Mr. Gomelli, que foi de Santo Ângelo para Porto Alegre prestar o concurso para o Ministério Público, e com o meu amigo porto-alegrense Cristiano, que é outra lenda viva e completamente maluca que me proporcionou discussões pseudo-intelectuais-filosóficas-boêmias-mulheristicas-futurólogas hilárias e sensacionais.E, para encerrar, ainda inventei de ir no banhado do Beira-Rio assistir Inter e Goiás abaixo de chuva. Apesar do banho (como o Beira-Rio vai sediar Copa se quando chove vira literalmente um banhado?) valeu a pena ouvir a torcida colorada vaiando o time campeão da Libertadores após empatar sem gols com o lanterna do Brasileirão (realmente, é muito fanática essa torcida...).
Enfim, alguns desses pontos pretendo desenvolver em posts posteriores, mas quis escrever isso tudo para reavivar na minha memória dias de ouro dessa vida labutada no interior rio-grandense (sic!).

7 Comentários:

  • porra alemao!

    Por Blogger Zaratustra, às 14 de setembro de 2010 12:47  

  • hum. Vou ver se começo a escrever algumas coisas assim tambem... é bom só assim fica registrado em palavras! Além das fotografias *.* e... pobre San. Ah! o alemaozinho eh um gato *.*

    Por Blogger Thâmara Roque, às 14 de setembro de 2010 14:00  

  • Como que se dança Carimbó mesmo?

    Por Blogger Aline, às 14 de setembro de 2010 21:04  

  • hahaha... muito bom o relato...

    e eu confirmo: o Cristiano é uma figuuuraaa... ccara... muito doido ele... e leeeeeentoo... aushauhsuahusa

    qualquer coisa q for fazer, tem que marcar pra duas horas antes né... hahaha... que figura...

    poxa manolo... já agradeci, mas nunca é demais... valeu pela parceria lá e por servir de guia em PoA... depois pago uma torre de ceva pra compensar... hahaha...

    valeu mesmo... vamos ver o que dá no concurso agora, mas só pelas risadas já valeu...

    abraço aee!

    Por Blogger Mr. Gomelli, às 14 de setembro de 2010 22:43  

  • Enhoo Batista... diz aí... o que é pior... TER um estádio num banhado... ou SONHAR com uma Arena num lixão?!

    Dalhe Dudu!!!

    hahahha

    Por Blogger ................................................................................., às 17 de setembro de 2010 20:42  

  • Brigadu pela citação de minha Pessoa nesse texto..

    Olha ae Alemao, vou mandar prender a Thâmara Roque , aliciadora de #Menores... Pedofilia eh Crime ...

    Por Blogger Jorn4lismo, às 18 de setembro de 2010 08:30  

  • Cara, acho que vou chorar por dentro sempre que ler algo tão intenso sobre o Intercom... Minha cabeça roda a mil por hora e nossa... Um mil de lembranças...

    Pena não termos conseguido falar mais Ritter, seu palhaço. Também. foi tudo tão corrido.

    Mas ficou a foto, o contato e o próximo encontro, que acontecerá, certamente.

    Saudades de todos.

    Por Blogger Babi Argenta, às 22 de setembro de 2010 12:43  

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